quarta-feira, 11 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Diocese de Coimbra - dias exigentes e desafiadores...
"(...) Os dias que vivemos enquanto Igreja Diocesana são muito exigentes, por uma lado, e extremamente desafiadores da nossa fé e da nossa esperança, por outro. Temos pela frente um mundo muito vasto de possibilidades que não podemos desperdiçar. A crise em que se encontra a sociedade e a crise em que se encontra a Igreja só podem provocar um novo empenho evangelizador nos discípulos de Jesus Cristo. O tempo de crise só pode ser um novo tempo de oportunidade e de graça, um novo kairós da nossa história. Neste tempo que é o nosso, urge uma nova consciência da fé e uma nova alegria do testemunho. Sem medo, havemos de dar ao mundo as razões da nossa esperança, fundada em Cristo. E nós, caríssimos irmãos padres, havemos de ser os primeiros no ardor e no entusiasmo por Cristo e pelo seu Evangelho.
No seguimento do apelo que nos é feito pela Igreja Universal, na pessoa do Papa Bento XVI, somos convidados a investir na evangelização da Diocese e a trabalhar pelo crescimento da fé do Povo de Deus. Estou confiante no trabalho que está a ser preparado pelo Secretariado de Coordenação Pastoral e que procurará pôr toda a Diocese em dinamismo renovador. Peço-vos, caríssimos irmãos, que, atentos ao Espírito de Deus, nos abramos à novidade dos métodos e dos meios que venham a parecer mais aptos para a criação de um novo ardor na vivência e transmissão da fé."
Da homilía do Bispo de Coimbra na Missa Crismal de ontem.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Consequências das meias verdades
Quando se dizem meias verdades, para "fintar" o Tribunal Constitucional (ou lá o que for...), acontece ISTO !
domingo, 1 de abril de 2012
Deus e o Mal
Conferencia en audio de la intervención del Dr. Manuel Fraijó en el ciclo de conferencias organizadas por la Fundación G. J. Chaminade.
Ouvir: AQUI
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Dia Mundial da Juventude (Domingo de Ramos)
"Os jovens evangelizam-nos com as suas opiniões acertadas, as suas queixas, os seus problemas e as suas preocupações. (...) O que importa é a nossa atitude perante a juventude concreta que vive no meio de nós. (...) Se nos refugiarmo-nos no clássico «antigamente é que era bom», e lançarmos no rosto dos jovens que perderam os valores tradicionais, que estragaram tudo quanto havia de bom na vida, que não são sérios nem constantes, que não têm consciência nem decência, e que não sabem ganhar a vida nem fazer nada de útil... não facilitaremos as relações recíprocas. Pelo contrário, se soubermos aproximarmo-nos, aceitar, entender, admitir pelo menos que não entendemos e se nos mostrarmos dispostos a falar e a escutar, e mais do que dispostos, vivamente interessados, então sim, poderá haver entendimento, proveito mútuo e esperança para todos com o contributo de todos.
Não façamos comparações. Procuremos completar-nos.
(...) Para definir as atuais modificações de geração para geração, J. M. Lozano utilizou a expressão «o radar substituiu a bússula». A metáfora é esclarecedora. A bússula é o norte fixo, igual para todos e sempre o mesmo, que existe por si mesmo independentemente das nossas buscas e rejeições, e que indica a meta suprema e inalterável do caminho humano. O radar é a vastidão de 360º, na qual o raio vibratório parte do centro em busca de referências, da resposta sempre nova e modificadora da realidade, momento a momento, da informação exata, da reação instantânea; o radar representa a procura contínua e a descoberta surpreendente, a alegria do encontro e a fugacidade do vislumbre, o perpétuo alerta e a vigilância ininterrupta. É fácil ver até que ponto estas duas imagens correspondem às atitudes culturais e espirituais com que vivemos. A bússula seria a atitude tradicional, com a sua fixidez objetiva, eterna e universal, quanto aos princípios morais e ao comportamento social. O radar seria a atitude moderna, ou até pós-moderna, pela qual a busca emana da própria pessoa, se estende a todo o horizonte de valores, fixa objetivos próximos, temporais, alternativos, e os aceita, um a um, à medida que se apresentam na vastidão escancarada. (...) O melhor seria que soubéssemos entender as duas tendências, seguindo uma e outra, conforme nos ajudassem a realizar as tão variadas tarefas da existência humana."
Carlos G. Vallés, Os jovens evangelizam-nos.
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