sexta-feira, 20 de maio de 2011

Novo endereço

Passei agora para este endereço:
http://limparpordentro2.blogspot.com/

... por estar a ter dificuldades no envio de mensagens.

CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES

Este método também é chamado "problema-reacção-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reacção no público, a fim de que este tenha a percepção que participou nas medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público exija novas leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou ainda: criar uma crise económica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

(Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação Mediática)

Publicado por José Matias Alves, no blogue "Terrear"

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Crer nele (Jesus)

"Crer nele não é esperar que nos poupe o sofrimento, mas com sofrimento e sem ele, colocar a vida em suas mãos, dispostos, pela decisão de segui-lo, a acompanhá-lo no sofrimento daqueles que continuam a sofrer, velando com ele no Getsêmani da história até ao fim".

Juan Martín Velasco, a propósito de Dietrich Bonhoeffer

Quem o viu e quem o vê...





terça-feira, 10 de maio de 2011

segunda-feira, 9 de maio de 2011

PROGRESSO

Entra o primeiro candidato.
"Entende que este é só um teste que nós lhe damos, antes de aceitá-lo no emprego que pediu?"
"Entendo."
"Muito bem: dois mais dois quanto é que são?"
"Quatro".

Entra o segundo candidato.
"Está pronto para o teste?"
"Sim".
"Diga-me, então, quantos são dois mais dois?"
"Exactamente aquilo que o patrão quiser".

Foi o segundo que ganhou o emprego!


A atitude do segundo candidato é altamente recomendável quando se procura subir em qualquer instituição, secular ou religiosa. É uma atitude, também, que granjeia boas notas em exames de cursos religiosos. Eis porque, algumas vezes, se encontram doutores em Teologia mais conhecidos pela sua fidelidade à doutrina do que pelo seu devotamento à Verdade.

Anthony de Mello, S.J., Canto do pássaro.

DIÓGENES

O famoso filósofo Diógenes jantava, um dia,
um prato de lentilhas, quando o viu um outro filósofo, Aristipo,
que levava vida boa e confortável, sempre adulando o rei.

Diz, então, Aristipo a Diógenes:
"Se aprendesses a bajular o rei, não te seria nunca necessário
comer um lixo assim como lentilhas."

Por sua vez, diz-lhe Diógenes:
"Tu também, se tivesses aprendido a alimentar-te sempre de lentilhas,
não te seria nunca necessário passar a vida a bajular o rei".

Anthony de Mello, S.J., O canto do pássaro.