sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Indignações selectivas...

http://clubedasrepublicasmortas.blogs.sapo.pt/905201.html

Veja as diferenças

http://padre-inquieto.blogspot.com/2011/08/veja-as-diferencas.html

Dívida pública - outrora como agora !

No tempo de D.João III, que reinou desde 1521 e 1557, "nem a contenção dos usos e costumes era suficiente para travar a dívida pública e os juros pagos por ela. Há quem contabilize uma dívida entre dois e três milhões de cruzados num reino que conseguia arrecadar, por ano, apenas um milhão. Metade desses rendimentos era obtida com o comércio ultramarino.
A gravidade da situação era tal que, por vezes, era vendida a carga que vinha nos navios da Índia mesmo antes de eles chegarem. Ora, com certa frequência, o mar ou a pirataria impedia que eles chegassem a bom porto, debilitando ainda mais as contas nacionais.
Os juros pagos pelos empréstimos atingiam, segundo alguns calculos, os quinze por cento, levando D.João III a recorrer às fortunas privadas, através da emissão de títulos da dívida pública. Com o tempo, essa forma de captação de reservas tornar-se ia mesmo obrigatória".
In: AA.VV., A vida louca dos Reis e Raínhas de Portugal, Junho 2011 

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Tribo de Jacob: Igreja mais mariana

Tribo de Jacob: Igreja mais mariana: "A Igreja exprime-se bem na figura de Maria; e quanto mais conseguir ser maternal, mais plenamente pode fazer nascer o Homem como criatura nova em Deus." Ir. Roger de Taizé

domingo, 14 de agosto de 2011

Um beijo pode fazer mais que um antibiótico!

"Às vezes um beijo na testa de uma doente pode fazer mais do que um soro ou um antibiótico. Eu defendo isso. É preciso termos ternura pelos doentes. Claro que às vezes é difícil porque é difícil ter empatia com toda a gente. Mas a vertente humana na relação com os doentes é muito importante".
Eduardo Barroso, cirurgião


sábado, 13 de agosto de 2011

Que es más importante (espanhol) ...

"La persona es más importante que su trabajo, y la eficiencia no es la medida de la valía personal. O, mejor dicho, la influencia real de la persona, en realidad y profundidad, aunque no lo sea siempre en publicidad y notoriedad, no es lo que consigue sino lo que vive, no es lo que hace sino lo que es. La influencia de una persona en su entorno no está en razón directa de su actividad sino de su personalidad. Y su personalidad se define mejor fuera de su trabajo que a través de él. La persona vale más que los libros que escribe, los edificios que construye, las enfermedades que cura, o el dinero que gana. Hay que cambiar el enfoque".

Carlos Vallés, S.J.

Primeira armadilha da mente humana: o conformismo!

"O conformismo é a arte de se acomodar, de não reagir e de aceitar passivamente as dificuldades psíquicas, os acontecimentos sociais e as barreiras físicas. O conformista impede o eu de lutar pelos seus ideais, de investir nos seus projectos e de transformar a sua história. Não assume a sua responsabilidade enquanto agente transformador do mundo, pelo menos do seu mundo.
O conformista acredita que todas as coisas são obra do destino; o activista acredita que o destino é uma questão de escolha. O conformista é vítima do seu passado, o activista é o autor da sua própria história. O conformista vê a tempestade desabar e amedronta-se, o activista vê no seio da tempestade a chuva e a oportunidade de cultivar. O conformista fica preso ao passado, o activista liberta-se no presente. 
[Não existem seres humanos 100% conformistas ou activistas, porque ninguém bloqueia todas as funções da sua inteligência ou as liberta completamente!...]
O conformismo é a armadilha da mente que arrasta grande parte dos jovens e adultos. Não é catalogado como uma doença, mas é uma característica doentia da personalidade que se encontra pulverizada em todas as sociedades. Soterra capacidades, anula dons, contrai competências e bloqueia algumas das funções mais notáveis da inteligência".
Augusto Cury, O código da inteligência, Pergaminho, Lisboa 2008.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A chegada do melhor amigo

«Quanto Santa Teresa do Menino de Jesus estava prestes a morrer, com o seu corpo juvenil minado pela tuberculose, uma irmã se aproximou e com todo o carinho que tinha lhe perguntou: "Irmã, tem medo da morte?" Teresa, sempre lúcida nas coisas do espírito, lhe contestou suavemente: "Eu não estou esperando a morte!" Sua companheira pensou que talvez a doente desconhecesse o seu verdadeiro estado, porém deixou de ter dúvidas quando Teresa acrescentou: "Como hei-de ter medo da chegada do meu melhor amigo?" Este poder de transformar a imagem da morte é fruto de uma enorme sabedoria. (...) a morte é vista como o momento solene no qual podemos selar para sempre o nosso pacto de amizade com o amigo mais adorável, que é por essência Amor.»
Alfonso López Quintás, Llamados al encuentro, Ciudad Nueva, Madrid 2011  

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Ricardo Cantalapiedra (para ouvir)

A casa de meu amigo (Ricardo Cantalapiedra)

http://www.goear.com/files/external.swf?file=ed06375

Em homenagem ao Padre Idalino Simões, que me deu a conhecer este magnífico cantor cristão.

sábado, 6 de agosto de 2011

Mastigar 40 vezes

Mastigar 40 vezes pode ser um segredo para emagrecer - Sociedade - PUBLICO.PT

Emergência educativa

- Hoy se está hablando mucho de “Emergencia educativa”.

- Ciertamente. Intelectuales y dirigentes considerados hoy como un referente utilizan, a menudo, esta expresión cuando abordan el problema educativo, y diversas asociaciones de gran calado cultural y social están dedicando gran esfuerzo a analizar la situación actual, para ver de encontrar una salida airosa a esta crisis pedagógica.

- ¿Qué se quiere indicar, exactamente, con la expresión “Emergencia educativa”?
- Hay dos tipos de emergencia educativa. Uno indica el hecho de que los alumnos presentan un grado de ignorancia inaceptable en cuestiones académicas básicas. Tal fallo puede superarse si se aumenta debidamente el nivel de exigencia y se concede la necesaria autoridad al profesor.

El segundo tipo de emergencia se refiere a la calidad de la enseñanza humanista. Se trata de una situación límite, de graves consecuencias. No se alude sólo a un problema grave, ni a una serie de problemas que puedan ser tratados uno a uno para mejorar la situación. Se quiere indicar que es el conjunto de la situación el que se tambalea peligrosamente, y se requieren soluciones que vayan a la raíz del problema y planteen el tema educativo sobre nuevas bases, más sólidas y fecundas.

- ¿Cree usted que nos hallamos en una situación de emergencia, en el segundo aspecto?
- Lamentablemente sí, en buena medida. Y ello requiere un estudio profundo, pues se trata de una quiebra radical de la forma de pensar. Cuando un alumno dice que “no hay que buscar la verdad, porque cada uno tiene la suya”, nos deja descolocados a profesores y alumnos, literalmente nos desquicia, porque el quicio o eje del proceso formativo es la búsqueda en común de la verdad, es decir, de la realidad tal como se nos patentiza a lo largo de la vida. Si un alumno dice al profesor: “Usted tiene su verdad y la respeto, pero yo tengo la mía y usted debe respetarla”, parece que es muy respetuoso y procura el consenso y la concordia, pero anula nuestra capacidad de conocer la realidad y atenernos a ella, con lo cual mina la base del entendimiento entre formadores y alumnos, y, en general, entre personas y pueblos. Cuando este desgajamiento se hace general, se produce una situación de emergencia educativa.

Si los alumnos de filosofía contemporánea desconocen que Max Scheler y Nicolai Hartmann escribieron sendos libros sobre Ética, están desinformados. Necesitan ampliar sus conocimientos de Historia de la Ética. Pero, si afirman que la libertad y las normas se oponen siempre, les falla la forma de pensar. Piensan sólo en un nivel elemental y aplican esa forma de pensar a los niveles superiores, sin matización alguna. Cuando lo hacen porque ignoran que hay que distinguir niveles de realidad y de conducta, entonces el fallo en la forma de pensar es todavía más profundo; afecta a las bases de su pensamiento. En cuanto este fallo se propague, da lugar a una emergencia educativa.

- ¿Es posible, a su juicio, superar esta situación de emergencia? ¿Tiene algún método para ello?
- Afortunadamente, sí. Debido a una serie de malentendidos y prejuicios, se ha producido una especie de bloqueo intelectual en multitud de personas, especialmente niños y jóvenes. Es necesario conseguir que éstos se liberen de tales malentendidos por propia experiencia. De ahí que mi método –promovido por la Escuela de Pensamiento y Creatividad- no se dirija tanto a “enseñar contenidos” cuanto a “ayudar a niños y jóvenes a descubrir claves de orientación”.

Excerto de uma entrevista de Alfonso López Quintás à televisão espanhola.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Paulo Morais fala da corrupção


Guardar silêncio

"Guardar silêncio implica muito mais que o mero não falar. Equivale a recolher-se, a criar um espaço interior de serenidade, de repouso espiritual e de acolhimento. Eu posso não falar e manter-me crispado sobre mim próprio, fechado a todo o chamamento que me convide a assumir um valor e a realizá-lo. Esse silêncio é uma forma de mudez infecunda, que não me dispõe para recolher-me e deixar-me envolver pelo valioso.
Se queremos viver com a devida dignidade, necessitamos de momentos de silêncio recolhido, nos quais acalmemos o nosso espírito, nos distanciemos de quanto nos leva para o exterior e nos dispersa numa multidão de questões superficiais. Devemos deter-nos, libertarmo-nos da febre da acção e dizer-nos: « tens muitas coisas que fazer, porém fa-las-ás melhor se dedicas este tempo com plenitude a encontrar-te com aquilo que dá sentido à tua vida."

Alfonso López Quintás, Llamados al encontro (2011)